Juliet, Nua e Crua (Nicky Hornby)

Um triangulo amoroso no qual uma das pontas é um tanto que “virtual”. E o casal real não sabe quão real é a relação.

Já namorou ou esteve casada (o) com um ser que fosse totalmente viciado em um músico? Ao ponto de as férias serem em cidades onde o “tal” músico esteve e sumiu? Uma relação a dois que acaba sendo a três, porque sempre este personagem musical está presente entre vocês?

Annie trabalha no museu da pequena cidade da costa-leste inglesa, chamada Gooleness. Já está naquela idade que o conhecido relógio biológico bate à porta. Duncan é aquele cara que tem uma vida, acorda e trabalha. Só que tudo na sua vida é condicionado à obsessão por Trucker Crowe. E Trucker Crowe é um músico, que desapareceu há vinte anos, em um banheiro de uma boate; e vive nos EUA junto com sua esposa – depois de várias outras – e seu filho. Annie, Duncan e Trucker são os três vértices deste peculiar triangulo.

Depois de 15 anos de relacionamento e morando juntos, Annie decide terminar a relação com Duncan. E o pensamento fatal entra na cabeça de Annie: Perdi 15 anos da minha vida. Duncan sai de casa com seu mais novo cd do Trucker Crowe: Juliet, nua e crua;e um caso com uma mulher do escritório.

Com todas as dúvidas assombrando a cabeça de Annie, ela decide escreve no blog dedicado a Trucker Crowe. O detalhe que ela recebe uma resposta do próprio músico. Então começam a trocar e-mails, cada um falando de suas vidas e seus problemas. Até que um dia Trucker vai com seu filho menor a Inglaterra. E Annie e Trucker se conhecem, assim criando uma dinâmica na vida deles muito bagunçada e surpreendente. E Duncan demora em se convencer de tudo.

Este de fato é o livro “mulher” de Nick Hornby. Já que a história é guiada pela Annie. Personagem que o leitor cria uma relação muito forte, principalmente se for uma leitora, afinal diversos pensamentos e situações de Annie, alguma vez na vida uma mulher já viveu. Juliet, Nua e Crua é uma história bem contemporânea, com situações ótimas e a narrativa, como sempre, parece um filme! Gostei da Annie.

Momento Cult
Sim. Tem Como Ser Legal do Hornby que, também, é uma mulher a central. Mas vamos combinar q ela era mega chata.

Momento Hornibiano
Acho que adorei tanto a Annie por rolar uma forte identificação em diversas situações!rs.

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