Um Café com… Neruda

Na minha mente criativa existe uma lista de pessoas que gostaria de sentar para tomar um café e conversar descompromissadamente. Sim, uma conversa simples, sem pretensão nenhuma. Apenas divagar sobre os mais diferentes assuntos. São aquelas pessoas que eu já li o que escreveram, ou escutei composição, vi trabalhos, enfim que tem algo especial.

A lista é bem variada, digamos que num tem um traço pra caracterizar. Pessoas como: Isabel Allende, Eduardo Galeano, Alex kapranos, Jack White, Fernanda Montenegro, Michel Bachelet, Javier Mariscal, Viviane Westwood, Tim Gunn, Frank Sinatra, José Saramago, Gustavo Taretto, Alexander Rodchenko, Audrey Hepburn, George Harrison, Tim Burton… a lista de verdade é grande. Mas tem um nome em especial, que algumas vezes – de uma maneira de mente criativa – já senti que estava conversando com ele: Pablo Neruda.

Neruda é uma dessas pessoas que adoraria conversar por horas, tirando o detalhe que está morto.

Quando morei em Valparaíso, tinha dias que me sentava a olhar o mar, obvio que junto ao meu walkman na época; e tinha a sensação que Neruda se sentava ao meu lado e entrava na minha divagação criativa. Sentia que ficávamos horas discutindo diversos assuntos ao mesmo tempo em que apreciávamos o Pacifico, que nada tem de pacifico especialmente no inverno.

Sempre imaginei que Neruda conseguia entender algumas das minhas divagações, principalmente por causa do Livro das Perguntas. Meu livro favorito de Neruda, e está no meu top1 dos livros que me definem. Ficava e fico imaginando, quando estou em Valparaíso, que Neruda me acompanha nas caminhadas e que conversamos desde questões políticas até sobre perguntas que não tem respostas. Que em alguns instante sentaríamos em algum café, pra sentar e conversar de tudo que vimos. Contemplar Valparaíso, falar de todos os personagens que existem em cada esquina dessa incrível cidade portuária. Em certos momentos ele me daria uma aula com um sentimento intenso, em outros eu desenharia as perguntas que ele indagaria.

Neruda é uma dessas pessoas que com certeza assim que uma conversa começava, não dava pra perceber o tempo passar. Sentar e tomar um café com ele, ali na região do porto de Valparaíso, com certeza rendia uma conversa fantástica, sem pretensão nenhuma. Com certeza eu ficaria estupefacta com essa conversa. E com a sensação de sempre querer outra e mais outra.

Momento Fofoca Intelectual
Pablo Neruda, não nasceu com esse nome. Seu nome de batismo era: Ricardo Eliecer Neftalí Reyes Basoalto.

Momento Imaginário
Quando estou em Valpo, sempre fico contemplando o amr lá dos mirntes…achando que em alguma ruazinha Neruda está caminhando.

Momento Eu-Lírico
Livro que me Definem:
1. Libro de las Preguntas, Neruda
2. Pride and Prejudice, Jane Austen
3. No Pasó Nada, Antonio Skármeta
4. Conto da Ilha Desconhecida, José Saramago

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