La Bala, Ana Tijoux

Anamaria Merino Tijoux, é uma chilena/ francesa. Sim, ela é filha de exilados chilenos que se refugiaram na França, durante a ditadura militar de Pinochet. Bom, Anamaria virou Ana Tijoux quando entrou em contato com o hip hop no Chile, onde passou a morar em 1993.

Já foi indicada ao Grammy com 1977. Ana Tijoux, faz um hip hop de qualidade tanto na música como nas letras, as quais tem um grande forte em questões sociais.

Este ano lançou o álbum La Bala, trabalho que conta com a produção do músico e jazzista Andrés Celis, quem fez o hip hop de Tijoux ficar refinado sem perder o “poder” da batida deste gênero musical. Em todas as músicas há uma mistura perfeita da batida hip hop com arranjos de piano, bateria, sintetizadores e até guitarra, esta fica por conta do Javier Barría. La Bala, ainda conta com muitas participações de peso, como a do uruguaio Jorge Drexler na faixa Sacar la Voz; Monica Blaire em Quizás; e Curumin na El Rey Solo.

O álbum é de uma força musical forte. Ana tijoux traz um hip hop feminino de muita qualidade e letras combativas e criticas em relação à sociedade. Vale muito, mesmo, ouvir  La Bala. E se um dia o SESC trouxer essa guria, com certeza é um show fantástico.

Momento Real
Ana Tijoux, pra mim, é um hip hop de melhor qualidade que o da Mala Rodriguez. Já que a Mala faz aquele papel mais hip hop sexy…

Minha adolescência musical

A vida definitivamente tem trilha sonora, claro, que não parece que nem filme que a música entra no instante certo. Naquele momento que vai dar um plus na situação. Sempre tem músicas que trazem lembranças, que marcaram tal momento da vida. Ou seja, a trilha sonora da minha vida.

Decidi fazer este post com algumas músicas que fizeram parte da minha adolescência, considerei o intervalo de 11anos até os 21anos. E são aquelas que quando lembro de tal idade, vem de imediato tal música.

• 11anos, aquela fase que comecei a ficar a adolescente esquisitinha! Love Will Tear Us Apart. Fato que a música é de 1980, não tenho culpa que ela marcou meus 11 aninhos. O viés dark do Ian Curtis me conquistou. Certeza que foi ai que achei legal ser gótica…rs

• 12anos, já tava toda me achando a entendida em música. Obvio em rock. E fazia tipo, afinal numa escola que era barrados no baile, o divertido era ser diferente. Em 1992 Use Your Illusion do GNR, foi o disco que explodiu na mídia. November Rain era a mais querida das meninas. Eu também queria casar com essa música. Passou, ufa! Mas foi Estranged, foi a música dos meus 12, adorava o piano dela, queria tocar assim!

• 13anos, não foi uma. Foram duas. E certeza que meu vicio em rock britânico começou aí! Primeiro a fofíssima A Letter to Elise, do The Cure. Bem, Cure é ícone do movimento dark britânico, a música é lindinha, a melodia e tudo me conquistou.

E depois, Animal Nitrate do Suede! Btirpop! Lembro que fiquei paralisa com o estilo do Brett Anderson, ficava ouvindo horas!

• 14anos, Somebody to Shove do Soul Asylum, definitivamente marcou essa época. Mil lembranças…e com todas vem essa música. Foi mega pop, na época. E eu tinha uma inveja da Winona Ryder que namorava o vocalista, Dave Pirner.

• 15anos, mais uma vez duas músicas! Não tenho culpa. Meu gosto por rock feito por meninas: The Breeders! CannonBall, foi hit, pelo menos pra mim. Marcou pacas, ao ponto de no Terra Festival de 2008, pirar com Breeders ao vivo!

E Blur, quem não se empolgou com Song 2! Eu me empolgava pacas! Era meio a música pra desestressar.

• 16anos, Ella Uso Mi Cabeza Como Un Revolver do Soda Stereo. Quem em conhece sabe que sou viciada nessa banda e tenho uma amor platônico (groupie, assumo) por Gustavo Cerati. Quando o álbum Sueño Stereo foi lançado, duas faixas me prenderam: Zoom e Ella Uso Mi Cabeza Como Un Revolver. Essa música me prende até hoje, letra e harmonia que amo. Marcou muito meus 16! (haha my sweet sixteen)

• 17anos, It’s The End of the world as we know it do REM, a música é velha. Acho que o single é de 1987. Por alguma razão, só tive conhecimento da música 10 anos depois. Lembro que meu desafio era cantar essa letra, bom, até hoje não consigo.

• 18anos, Tubthumping do Chumbawamba. Sim, essa foi a música da copa de 1998, além de Vida Loca do Rick Martin. Tubthumping fez parte da trilha do joguinho da copa. Na época eu morava numa república, na qual eram 4 homens e 2 mulheres. Logo, esse era o jogo da casa. Todos os dias escutava a música, ao ponto de escolhermos como A música da república!

• 19anos, mais uma vez serão duas músicas. Inevitable da Shakira! Sim, eu gosto de Shakira. Não lembro o porque dessa música, mas lembro que foi marcante.

A outra é I’ll be there for you dos The Rembrandts! Sim, é clichê, mas a vida tem que ter uns clichês. Eu na época morava com a Susana e a Jeanette; e no ap na frente do nosso moravam os meninos! Preciso explicar? Sim, a convivência era total Friends!

•20anos, Beatle do Ataque 77. Eu perdi a noção de quantas vezes escutei essa música naquele ano e até hoje. Sei que eu adorava o clip, vivia passando na MuchTv. Acho fantástica a letra!hihi

• 21anos, de novo vou colocar duas músicas! Foi meu auge gótico! Quem mandou namorar um gótico? Ficar indo no Madame!hihi The Killing Moon do Echo & The Bunnymen, lembro que uns amigos sempre falavam que lembravam de mim com essa música, nunca me explicaram o porquê.

A outra é There is a Light That Never Goes Out do The Smiths, eu dançava muito essa música! Ficava saltitante, apesar da música não ser nada saltitante e góticos saltitantes ser um paradoxo.

Momento Eu-Lírico
É gostosin lembrar sensações musicais.

Maçã Verde recheada com Nozes

Ingredientes
6 maçãs verdes
(daquelas que estejam bem durinhas)
1 lata de leite condensado
100g de nozes moídas

Preparação
• Lave as maçãs. Corte uma “tampinha” na maçã. Com uma faca retire o centro da maçã, aquela parte que tem o cabinho e as sementes. Sem cortar ao meio a maça, ela deve ficar inteira. Apenas irá fica com um buraco;
• Com uma colher de chá, cavouque a maçã, deixando um buraco no qual a colher de chá possa “girar”;
• Com uma garfo faça alguns furos na maçã e regue com conhaque (vinho licoroso, também, fica bom);
• Coloque as nozes moída no buraco da maçã, até a metade do buraquinho ou um pouco mais;
• Jogue o leite condensado compeltando o buraco e coloque a “tampinha” da maçã;
• Ponhas as maçãs numa assadeira e leve ao forno em temperatura media. O forno deve estar pré-aquecido. Deixe até o creme e/ou a casca da maçã dourar, dá cerca de 10 minutos.

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*Dica: sirva com sorvete de creme ou chantilly. As duas cosias juntas, também fica perfeito!

Momento Chef
Essa receita é da mamis! Ela me ensinou, super fácil e gostoso!
Perfeito pra dias friozinhos!

Virada Gastronômica. Ideia legal, mal executada

A Virada Cultural já é um evento bem conhecido e muvucado de São Paulo. O que você for tentar ver, certeza que estará cheio. Mas indo com esse espírito de muvuca, a coisa fica menos pior. O problema é quando a muvuca envolve comida.

Este ano aconteceu a Virada Gastronômica, uma ideia fantástica, na qual juntou alguns dos melhores chef de São Paulo – no total eram 23 cozinheiros – com suas especialidades vendidas a preços populares que variavam entre R$5,00 a R$15,00. E pra inaugurar essa comilança, uma galinhada feita por Alex Atala, chef do momento.

Ok, a ideia é bem legal. Mas como organizar distribuição de galinhada grátis às 00h num evento que move milhares de pessoas? Como organizar barraquinhas e filas com milhares de pessoas?

Foi o erro da organização. A impressão que dá é que os organizadores não tinham a menor noção de espaço e quantidade de pessoas.

A galinhada foi um caos. Até porque muitas pessoas nem estavam tão interessadas na galinhada, mas estavam querendo ver o pop chef Alex Atala, que devido a muvuca não consegui chegar. No domingo cedo, até que estava tranqüilo para comer nas barraquinhas do Minhocão, mas depois das 13h, eram o caos.

Bom, consegui experimentar algumas comidinhas. Comecei com Baião de Dois, do Rodrigo de Oliveira (Mocotó), não gostei muito, mas é porque não curto pimenta e tinha bastante para meu paladar. Segundo prato foi o Arroz de Carreteiro com pipoca, do Márcio Silva e da Daniela Amendola (Oryza), o sabor era ótimo e a mistura com o crocante da pipoca ficou perfeita. Terceiro foi Steak Tartare e batatas fritas, do Luiz Emanuel (Allez, Allez!), gostei das batatas, mas uma vez por paladar meu, não gosto da textura da carne crua. Consegui provar, também os espetinhos do Marco Soares (Oliva Restaurante), eram espetinhos. Pra fechar sobremesa, Trio Guloseima da Carol Bandrão (Las Chicas): Monkey Brownie muito bom, com uma textura cremosa; Arroz Doce com coco queimado, estava no ponto; e quindim, esse não comi, porque num curto.

Como disse, se você já ia com o espírito de muvuca, bagunça e desorganização, dava pra com muita paciência curtir e saborear pratos por preços bem pequenos. Como diz minha mamis: “O gostinho ninguém tira”. Experimentei comidinhas gostosas!

Momento Designer (ou seja, chata rs)
O Minhocão é grande, bem grande! Porque colocaram as barraquinhas tão perto? Se afastassem só um pouco ajudava a muvuca ser menor.


Violeta, se fue a los cielos. (Chile, 2011)

Violeta Parra, foi uma folclorista, musicista, poetisa e artista plástica, nascida no Chile. Ela é a figura principal deste filme de Andrés Wood, mesmo diretor de Machuca, afinal é um filme biográfico, que teve o roteiro feito por Eliseo Altunaga.

Contar a história da vida de alguém sem se envolver e opinar sobre a pessoa, é algo difícil. Mas Andrés Wood e Eliseo Altunaga, conseguiram. Nem idolatram e nem esculacham esta mulher que lutou para manter a memória folclórica de uma país.

Violeta Parra, viajou pelo mundo e principalmente pelo Chile. A caminhada pelo território chileno foi em busca das raízes do folclore, andança que fez junto ao seu filho Angel Parra. Porém, Violeta era mulher e mãe, alem de artista. O filme mostra essa relação dela com seu desejo de artista, sua necessidade de aplausos; com a parte de ser mãe e como ela enfrentou a perda de uma filha bebê, enquanto ela se apresentava em um pais europeu.

A edição do filme é lenta e confusa. O roteiro falha na falta de contextualização de tempo, não se sabe bem que época se passa o filme, em alguns momentos. A trilha sonora é fantástica pra quem conhece o folclore chileno e latino americano, como pra quem não conhece. E tem aquele viés meio documentário, em alguns momentos, que Andrés Wood usou em machuca.

Momento Real
Decepção. Sim, senti decepção ao descobrir a mulher egoísta que era Violeta Parra. Mas isso não diminui a artista que foi. O trabalho dela é incrível.

El Cuaderno de Maya (Isabel Allende)

A capa desanima, porque ao olhar tem o desenho de uma menina gótica ou emo. O primeiro pensamento que vem é de que a história vai ser de uma menina mimada. Mas tem aquela frase: Não julgue um livro pela capa.

Maya é uma menina mimada, sim. Filha de um chileno e de uma dinamarquesa, porém é criada pela Nini, avó, que teve que ser ao exílio no período da ditadura de Pinochet; e pelo Popo (avodrasto).  Maya semrpe teve tudo, sempre a deixaram ser “livre”dentro da imaginação de uma criança, muito incentivada pelo seu Popo. O qual Maya via um herói.

A história começa com a morte do Popo. Maya fica perdida, sem aquela proteção e imagem de herói. E adivinha que a menina mimada faz? Sim, o clichê! Começa andar coma as meninas más do colégio, entra numa de pequenos crimes e drogas. Até o ponto de estar envolvida com traficantes e o vicio consumir sua saúde.

Nini, decide sumir com a neta. Afinal Maya estava sendo perseguida pela policia norte americana e pelos traficantes. Nini despacha a neta para a ilha de Chiloé, onde um amigo dela irai cuidar de sua neta. De repente, Maya esta praticamente no fim do mundo. Numa ilha com costumes diferentes e lendas que para os habitantes são quase reais.

O estilo da escrita de Isabel Allende é pra lá de envolvente, mas nesse livro tem clichês fortes como o da menina mimada que se droga. Mas tem relatos interessantes das lendas que existem nesta ilha ao sul do Chile e de costumes, que faz o livro ser envolvente. Porque de verdade tem horas que dá vontade de pegar a Maya e dar uma bronca e uns bons tapas, pra ver se cresce.

Momento Groupie
Essa é uma pessoa que adoraria sentar, tomar um café e bater um bom papo, Isabel Allende.

Faixa de pedestre, podia mudar de lugar.

Não sou arquiteta urbanista ou engenheira de tráfego, mas sou pedestre. O que me dá um certo conhecimento em faixa de pedestre e como atravessar rua. Também, sei o que é dirigir um carro e a relação com a faixa de pedestre.

Caminhando pelas ruas de São Paulo, tive a ligeira sensação que a faixa de pedestre está no lugar errado. Afinal ela fica bem na esquina. Logo, quando um carro tem que virar pra entrar numa rua, o que acontece? Ele fica em cima da faixa! VIVA! E ai o pedestre não consegue atravessar e o motorista ganha uma linda multa por estar na faixa.

E se a faixa ir para o meio da quadra ou tiver um espaço que caiba um carro entre a faixa e a esquina?

Facilitaria a vida de todos.

Momento Designer (CHATA)
Bem que a propaganda da Faixa de Pedestre podia mudar…alguém avisa, por favor.

Momento Designer (não arquiteta)
Desculpa a minha cidadezinha, mas sou designer, não arquiteta…hihi 

Martian Child (2007)

Uma história baseada em fatos reais da vida de um escritor de ficção científica, David Gerrold, que no filme passou a ser David Gordon, interpretado pelo John Cusack. Obvio, que o filme não é o livro, algumas adaptações aconteceram.

David é um escritor de ficção científica que esta no auge do sucesso e com a vida aparentemente “certinha”. Até que um dia sua noiva morre, o que o deixa perdido, afinal o plano era ser pai.

No meio desse período “perdido”, David conhece Dennis, um garoto diferente dos demais garotos que moram em um abrigo. Dennis foi abandonado pelos pais e sofreu de síndrome de abstinência alcoólica fetal; e para deixar o menino mais desajustado em relação aos demais, Dennis acredita ser marciano, fazendo coisas do gênero andar com pilhas na cintura para não levitar. David se identifica com o garoto e decide adota-lo.

O roteiro do filme foca esse encontro dos dois, em como eles precisam se ajustar dentro dos próprios desajustes para assim se conhecerem e abrirem a vida para outros entrarem. Tem vários clichês no filme, mas as relações humanas estão perfeitamente trabalhada, até por isso é impossível não ter clichês. E o Bobby Coleman, foi uma escolha incrível para fazer o garoto.

Momento Real
Alguns traumas tem o incrível poder de fazer com que pessoas criem barreiras que não deixam ninguém entrar na vida.

Brigadeiro de colher a la Guinness

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ingredientes
1 lata de Leite Condensado
1 colher (sopa) chocolate em pó
1 colher (sopa) manteiga
1 barra (250gr) de chocolate meio amargo
½ xíc (chá) de Guinness (ou até que fique o gusto)

Preparo
• Na panela coloque o leite condensado, chocolate em pó e a manteiga, mexa até ficar homogêneo e com uma textura levemente firme, sempre em fogo médio;
• Derreta o chocolate meio amargo e misture com a Guinness;
• Jogue a mistura na panela, e continue sempre a mexer, quando começar a fever baixe o fogo. Mexa até que fique com uma consistência cremosa e firme.

Momento Chef
Sempre é legal derreter a manteiga antes de colocar na mistura.

Mulher, com os ovários bem colocados!

Sei que tem muitas feministas que reclamam deste dia. Que é um machismo ter um Dia Internacional da mulher. E até se recusam a receber um carinho ou um simples agrado. Até entendo, porém todos sabem que neste dia em 1857 130 mulheres morreram num incêndio criminoso numa industria têxtil, em Nova York. Mulheres estas que lutavam por seus direitos.

Todos os anos o 8 de março é polemico entre as mulheres.

Sei que cresci entre mulheres feministas. Feministas de verdade. Minhas abuelitas (avós), minha mãe e minhas tias. Todas mulheres modelos! Sim, mulheres com uma energia feminina forte. Sempre vi todas como modelos de mulheres que me inspiram.

Ouvi sempre que uma mulher não deve baixar a cabeça pra nada. Que temos que lutar por direitos civis iguais e pelo respeito. Jamais permitir violência, abuso ou qualquer tipo de agressão contra as mulheres. Ser independente sem jamais perder a feminilidade.

Esse é um ponto que sempre admirei e segui: ser feminista sem perder a essência feminina.

“Porque tenho que parecer um homem, agir como um homem para defender os direitos das mulheres?” algo que sempre escuto Mamis dizer. E super apoio. Não é mais machismo eu querer almejar ser igual ao um homem?

Sou mulher! Tenho ovários bem colocados!

Luto por direitos civis nos quais homens e mulheres tenham o mesmo direito, pelo fim da violência física e psicológica que milhares de mulheres sofrem todos os dias nos diferentes cantos deste mundo. Acredito e sempre lutarei por essas causas, para que civilmente mulheres e homens sejam iguais. E o respeito exista.

E se adoro me arrumar, me maquiar, ver sapatos, me vestir bem, passar cremes e ler Jean Austen y Isabel Allende, não me faz uma alienada. Apenas mostra que sim, SOU MULHER! E amo minha mulher todos os dias.

As mulheres importantes em minha vida, mamis, nona, Lelê e tia Xime, me ensinaram a ser uma mulher feminista. Em todas as quatros há histórias de mulheres incríveis, que amam ser mulher e lutam ou lutaram por direitos. Todas acordam e acordavam no salto, bem elegantes e arrumadas, para matar um leão por dia. Acreditando e lutando por direitos iguais, isso inclui um período de ditadura militar.

A energia feminina é fundamental pra uma luta feminista, afinal, almejando ser homem estamos renegando nossa mulher. Para lutar por respeito e direitos iguais entre mulheres e homens, nós mulheres precisamos amar a mulher modelo que cada uma é! Aceitar nossa mulher, conhecer nossa mulher e com isso, com essa energia e poder feminino, lutar e matar um leão por dia. Com isso as mudanças vão acontecer.

Momento Real
Apesar de estar numa dita época moderna, ainda vemos atrocidades acontecendo com mulheres. Mesmo com a Lei Maria da Penha, muita coisa fica impune e nem é denunciado no Brasil. Em outros lugares mulheres são mutiladas, obrigadas a se casar… Ainda não sei onde somos ditos modernos.

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